Suspeito de atropelar e matar servidor da Funjope se apresenta na delegacia

Share on facebook
Share on twitter
Share on whatsapp
Share on telegram
Imagem reprodução – (Foto: Sistema Arapuan de Comunicação)

Um argentino de 46 anos, que presta serviço a uma montadora de veículos na divisa entre Paraíba e Pernambuco se apresentou nessa terça-feira (11), para prestar esclarecimentos a respeito do acidente que matou o servidor da Funjope, Adriano Fidelis, no dia 1º de janeiro.

O suspeito contou que alugou o veículo até o final do mês e que acabou se envolvendo neste acidente. Na delegacia, ele contou que não bebeu na virada do ano, pois havia tomado a vacina contra a covid-19, no dia 28 e estava ainda sentindo reação. Porém às 4h30 resolveu dar uma volta com a namorada na praia e retornava perto das 8h30, quando cochilou ao volante e bateu na motocicleta do servidor municipal.

Segundo o depoimento, o argentino disse que achou que não tinha atingido ninguém e voltou para a residência dele, em Manaíra, na qual passou o dia inteiro dormindo e só procurou assistência na segunda-feira (3). Por não haver reboque disponível, o carro só foi para o conserto na terça-feira (4). Na assistência, foi solicitado um Boletim de Ocorrência para ser apresentado na locadora e ele alegou que não tinha tempo pois trabalhava o dia inteiro, inclusive apresentou os comprovantes de entrada e saída do trabalho durante toda a semana passada.

O suspeito alegou que apenas no sábado (8) tomou conhecimento de que o acidente que ele causou deixou um homem morto e que, então, decidiu procurar a polícia. Por não haver mais flagrante, o homem vai aguardar a decisão da justiça se ele vai ou não responder ao processo em liberdade.

De acordo com a delegada Viviane Magalhães, o homem deve responder por homicídio culposo (sem intenção de matar) e omissão de socorro. Ele deve responder pelo crime no Brasil, já que possui visto de trabalho no país, a não ser que seja demitido. A situação dele também pode ser agravada, mas isso vai depender da perícia detalhada no veículo para identificar a velocidade no momento da colisão.

Nas redes sociais, a família de Adriano pede justiça divida e das autoridades. A principal reclamação dos familiares foi a omissão de socorro no momento da colisão.

Destaques

As Mais Lidas​

Notícias Relacionadas