SES discute com municípios fluxo de regulação para atendimento obstétrico

Share on facebook
Share on twitter
Share on whatsapp
Share on telegram

A Secretaria de Estado da Saúde (SES) e o Conselho de Secretarias Municipais de Saúde da Paraíba (Cosems/PB) estão discutindo a Regulação de Acesso no estado da Paraíba com ampliação de perfil do Complexo Regulador Estadual. Em agenda realizada nessa quinta-feira (16) na SES, foi analisado o estabelecimento de um fluxo único de solicitações de regulação de leitos na linha materno-infantil, inicialmente, para dar mais rapidez às demandas por internação, a exemplo do que já é realizado com os leitos covid-19.
 
A proposta, que será avaliada na Comissão de Intergestores Bipartite (CIB), prevê que toda solicitação de internação na linha materno-infantil seja encaminhada ao Centro Estadual de Regulação Hospitalar (CERH) para canalizar as solicitações e comunicar-se com as demais centrais de regulação de leitos, municipal de João Pessoa e Campina Grande de forma a disponibilizar o  leito. A iniciativa visa organizar o fluxo, definir casos prioritários e tornar o processo mais célere.
 
Para a secretária executiva de saúde, Renata Nóbrega, o diálogo sobre as demandas crescentes da saúde nos municípios paraibanos, sobretudo neste período de pandemia, vem fortalecer a assistência à população e possibilita o andamento de ações de governo em prol da população. 
 
“A criação da central estadual para a regulação de leitos já é uma ação prevista no Plano de Governo do nosso gestor João Azevêdo, uma vez que a demanda pela celeridade na rotação de leitos é latente. Quando Implantamos o Centro Estadual de Regulação Hospitalar para pacientes covid-19 e tivemos êxito no controle de leitos e fluxo das solicitações para internação, isso possibilitou um atendimento especializado mais rápido para os pacientes agravados”, frisa a secretária.
 
De acordo com a gerente executiva de Regulação do estado, Carolina Lucena, “a unificação do fluxo de regulação tornará o processo mais equânime e oportuno, de forma a evitar os óbitos maternos e prestar a assistência aos casos graves o quanto antes. A nossa proposta foi bem recebida pelos representantes dos municípios presentes já que não retira a autonomia dos municípios e respectivas centrais em regular suas unidades. O que faremos é potencializar os complexos reguladores, e a comunicação entre eles, seja municipal ou estadual.  Com o tempo, prevemos ampliar para outras linhas de cuidado, visto o sucesso da atuação com os mais de 19 mil pacientes regulados pelo novo coronavírus.

Destaques

As Mais Lidas​

Notícias Relacionadas