Marcelo Queiroga diz que campanha de vacinação é ‘sucesso’ e que reclamação por falta de doses é ‘narrativa’

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O ministro da Saúde, Marcelo Queiroga, disse nesta segunda-feira (13) que a campanha de vacinação contra a Covid-19 no Brasil já é “um sucesso”. O ministro disse ainda que a reclamação de que falta vacina para aplicação da segunda dose é uma “narrativa”, ou seja, uma versão dos fatos que não corresponde à realidade, conforme a análise do ministro.

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Queiroga afirmou que estados não respeitaram as orientações do Programa Nacional de Imunizações (PNI) e aceleraram, por exemplo, a antecipação dos intervalos entre doses e a vacinação dos adolescentes. “Eu também falei que quem adotasse esquemas diferentes do PNI não teriam garantias de doses”, disse Queiroga.

“Por conta disso (desrespeito ao PNI), que surgem essas narrativas que falta dose. Na realidade, muitos já avançaram além, e se avançaram é porque tinha doses”, afirmou Queiroga em Brasília.
‘Reclamadores crônicos’
Queiroga afirmou que há “reclamadores crônicos” no país e usou sua recente visita ao Amazonas para criticar o estado de São Paulo.

“Por que em uma comunidade ribeirinha tem vacina e no principal estado do país não tem? É porque lá no Amazonas estão seguindo as orientações do Programa Nacional de imunização. Você pode ver: quem reclama? Quem são os reclamadores crônicos? E aí vc verifica as publicidades que fizeram. Não foi o Ministério da Saúde que fez a publicidade (do avanço na vacinação)”, disse Queiroga.

Falta de doses nos estados
Na sexta-feira, levantamento do G1 apontou que a aplicação da segunda dose da vacina de Oxford/AstraZeneca contra a Covid-19 tinha sido suspensa em diversas cidades no Brasil devido à falta do imunizante. Havia vacinação suspensa em postos de 5 estados brasileiros: São Paulo, Rio Grande do Norte, Tocantins, Rondônia e Mato Grosso do Sul.

Na cidade de São Paulo, o desabastecimento já chegava a quase 100% dos locais autorizados para a aplicação. A vacinação no Espírito Santo, em Minas Gerais e em Santa Catarina poderia ser interrompida na próxima semana, caso não houvesse novas remessas da AstraZeneca.

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