Caso Expedito: Ex-companheira de Jean diz que está sendo vítima de ameaças e pede proteção

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A ex-companheira de Jean Carlos, apontado pelas investigações da Polícia Civil da Paraíba como idealizador da morte do ex-prefeito de Bayeux, Expedito Pereira, e que está foragido, durante entrevista exclusiva ao programa Cidade em Ação, da TV Arapuan nesta quinta-feira (1°), afirmou que vem sendo ameaçada de morte após prestar depoimento à Justiça durante audiência de instrução.

Por questões de segurança, ela preferiu não se identificar e afirmou ainda ao apresentador Samuka Duarte que estava cansada de ficar calada, por isso resolveu trazer o caso ao público. A ex-companheira do suspeito pediu ajuda do secretário de Estado da Segurança Pública, Jean Nunes, para ser incluída no programa de proteção as testemunhas.

ASSISTA:

Entenda o caso

O delegado Victor Melo explicou que Gean, Ricardo e Leon trabalharam juntos no crime, que aconteceu no dia 9 de dezembro de 2020. Eles tiveram a prisão temporária convertida em prisão preventiva pela Justiça.

“Ricardo e Gean já trabalhavam juntos há mais tempo, mas Leon se juntou aos dois para trabalhar na campanha eleitoral de Ricardo como candidato a vereador, este ano, e ficou trabalhando com ele depois”, disse Victor.

Segundo o delegado, Ricardo teria alugado um carro que foi usado pelos dois suspeitos para pegar a moto utilizada no crime e fugir em seguida. “Descobrimos que este carro foi usado para a dupla para, depois de devolver a moto ao dono, fugir para o Rio Grande do Norte. Ao investigar o carro, descobrimos que estava no nome de Ricardo”, explicou o delegado.

Victor Melo explicou ainda que, no dia do homicídio, cerca de 20 minutos depois do crime, Gean e Ricardo foram vistos juntos em um prédio no Centro de João Pessoa.

Na casa dos investigados, a polícia apreendeu documentos, cadernos e anotações. Um cheque de R$ 12 mil, assinado por Expedito, mas que a família não reconhece a assinatura, foi achado na casa de um dos suspeitos. Na casa de Ricardo a polícia encontrou um coldre de uma arma, o certificado de propriedade de uma pistola e comprovantes fiscais de compras recentes de munição.

A moto usada no crime foi apreendida pela polícia assim como a camisa utilizada pelo executor. Com base em imagens de câmera de segurança de antes, durante e depois do homicídio, a polícia achou o local em que a camisa foi descartada. “É possível ver o Leon se desfazendo da roupa. Pesquisamos as redes sociais dele, que são abertas, e encontramos várias fotos, desde novembro do ano passado, em que ele está usando a mesma camisa”, completou Victor Melo.

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