Governador diz que comércio, igrejas e outras atividades podem ser flexibilizadas na primeira semana de abril

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O governador da Paraíba João Azevêdo, durante entrevista ao programa Rede Verdade, do Sistema Arapuan de Comunicação, nesta sexta-feira (26), afirmou que o comércio, bares, restaurantes e igrejas podem ter as suas atividades flexibilizas a partir do dia 5 de abril. Segundo o chefe do Executivo paraibano, os dados apresentados durante essa semana de feriado e estabelecido por meio de decreto com medidas restritivas é quem será o termômetro para que essa possibilidade de fato possa acontecer.

“Eu tenho a sensação, isso muito em função dos dados e dos números que temos acompanhado diariamente, é que essa seja a grande esperança, de que na primeira semana de abril a gente possa flexibilizar alguns segmentos. Se hoje um restaurante funciona até às 16h, que ele possa funcionar até 21, 22h. Que possamos ter as igrejas voltando, ter o conjunto de atividades que estavam suspensas e que durante essa semana estará fechada voltando. E que de fato a partir do dia 05 de abril elas comecem a voltar a uma certa normalidade”, disse João Azevêdo.

O chefe do Executivo paraibano apontou afirmou que a expectativa é que essa flexibilização por meio de decretos aconteça de forma escalonada. Ele lembrou que só através da vacinação em massa é que as atividades devem voltar a sua plena normalidade. “Não é de se esperar que tudo vá ficar aberto 100%, porque não estamos acabando com a pandemia, entretanto, os números poderão nos dá esse conforto. É por isso que faço o apelo à população, vamos entender que esse é o momento em que estamos em uma ação conjunta para que o resultado seja garantido e que a gente possa começar a voltar os segmentos econômicos com garantia acima de tudo”, concluiu.

Críticas a Cabedelo

Durante a entrevista, questionado sobre a flexibilização adotado pelo município de Cabedelo, relativo a possibilidade de banho de mar e abertura da Orla durante o feriado de medidas restritivas contra à Covid-19, o governador classificou como ‘equivocada’ a atitude do prefeito Vitor Hugo. Segundo João, quem pagará a conta dessa decisão é a própria população de Cabedelo que precisará dos leitos da Capital em decorrência das aglomerações que podem acontecer e da transmissibilidade do vírus.

“Que atrapalha é evidente que atrapalha. O decreto do estado não chega a esse detalhe, o que os prefeitos podem fazer é decretos mais restritivos do que o do Estado. Entretanto, é uma opção do prefeito. Eu acho que é um equívoco ir nessa direção, pois estamos produzindo de forma indireta que pessoas de João Pessoa promovam aglomeração e contágio aos moradores Cabedelo. Lembrando que esses moradores terão que voltar para João Pessoa porque é aqui que tem UTI para atendê-los. Então eu acho que é um equívoco. O decreto não vai até esse estágio porque eu vejo que é responsabilidade de cada gestor ter consciência e ver quais são as medidas que devem adotar.

Reveja a entrevista na íntegra:

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