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13 de July de 2020

NA PARAÍBA

Cartilha orienta sobre como enfrentar violência contra mulheres durante isolamento

27/05/2020 | 11h20min
Reprodução

Com a crise da pandemia do coronavírus (Covid-19), o Governo do Estado disponibiliza para a população uma cartilha sobre como enfrentar a violência contra mulheres durante o isolamento social, com canais de acesso e informações sobre como ajudar e identificar os casos. O material foi elaborado pela Secretaria da Mulher e da Diversidade Humana e Rede Estadual de Atenção às Mulheres, Crianças e Adolescentes Vítimas de Violência Doméstica e Sexual (REAMCAV). Acesse a cartilha aqui: bit.ly/2M2WnIc

“As mudanças geradas pela Covid-19 afetam os grupos mais vulneráveis, especialmente mulheres em situação de violência doméstica e sexual”, afirma a secretária da Mulher e da Diversidade Humana, Lídia Moura.

Para enfrentar o aumento de casos nessa conjuntura de isolamento social, o Governo e as instituições que integram a Rede de Atenção às Mulheres em Situação de Violência Doméstica e Sexual (Reamcav), coordenada pela Secretaria da Mulher e da Diversidade Humana (SEMDH), buscam manter um trabalho integrado e articulado para garantir o funcionamento dos serviços essenciais de atendimento às mulheres neste período de crise.

“Esta cartilha on-line busca ser um canal para que a população conheça os tipos de violência e saber como enfrentá-los. Acreditamos que, ao trazer a informação de qualidade e os serviços que estão disponíveis, podemos propor soluções para preservar os direitos e a vida das mulheres no futuro”, explica Lídia. 

Segundo ela, a cartilha segue as recomendações  da ONU Mulheres, de acordo com o documento “Gênero e Covid-19 na América Latina e no Caribe: Dimensões de Gênero na resposta”, publicado no dia 20 de março deste ano. “Enfrentar uma quarentena é um desafio para todos, mas para mulheres em situação de vulnerabilidade pode ser trágico. No Brasil, onde a população feminina sofre violência a cada quatro minutos e em que 43% dos casos acontecem dentro de casa, essa preocupação é real”, aponta o documento.


Redação com assessoria

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