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23 de agosto de 2019

REVELAÇÕES

Jardel fala de “vida desgraçada” e de sua frustração inusitada: não ser cunhado de CR7

16/07/2019 | 17h32min
Foto: Diogo Venturelli

Mario Jardel visitou os extremos do futebol: foi da fama à solidão, das luzes do estrelato à escuridão do fundo do poço – uma “vida desgraçada” de onde, garante, conseguiu escapar. Aos 45 anos, o ídolo histórico de clubes como Grêmio e Porto diz, nesta entrevista, que é um novo homem, recuperado da depressão, das drogas, do álcool e da cassação política que arranhou uma biografia de grandes títulos, de tantos gols.

Em conversa de uma hora, Jardel faz o itinerário de uma vida transformada em montanha-russa. Fala de suas maiores glórias e de seus piores pesadelos. Conta dos ensinamentos a Cristiano Ronaldo – e do “namorico” entre sua irmã e o craque português. Lamenta não ter disputado uma Copa do Mundo – mas lembra como, mesmo assim, chorou de alegria por Felipão. E garante: “Não existe mais cabeceador igual a mim”.

Cara, tô numa outra vida, muito feliz por poder dizer que nunca me senti tão bem. Deu uma mudança radical, uma transformação tremenda. Hoje tenho muita fé em Deus, que vai me manter muito tempo assim. É uma vida nova, sem bebida, sem drogas, sem prostituição. Estou há quatro meses sem tomar remédio para dormir. Sou uma pessoa renovada e bem consciente de que posso servir a sociedade com esse resgate, com palestras, com várias coisas que estão vindo devagarinho. A vida está mais saborosa. A cada dia, fico mais contente com minha atitude, com essa mudança.


G1

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