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20 de agosto de 2019

INVESTIMENTO

João destaca tradição científica da PB e lança programa que premia ideias inovadoras

06/06/2019 | 11h32min
Reprodução
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Na abertura do Fórum do Conselho Nacional das Fundações de Amparo à Pesquisa (Confap) que acontece nesta quinta (6) e sexta-feira (7), o governador João Azevêdo (PSB), falou a respeito da tradição da Paraíba na área de Ciência, Tecnologia e Educação. João destacou também o lançamento do programa Centelha que premia ideias inovadoras com financiamento estadual.

“As ideias inovadoras vão ter apoio financeiro por parte do estado para aproximar da sociedade as ideias que estão espalhadas por aí na cabeça de mentes privilegiadas e o governo tenta com esse programa coletar pelo menos mil ideias, que vão passar por uma seleção, para que 28 sejam subsidiadas com recursos do estado da ordem de R$ 60 mil”, disse.

Para João, esse incentivo visa aproximar as ideias da indústria e que elas possam chegar à população para ser beneficiada.

“A Paraíba tem tradição de muitos anos de pesquisa, é um dos estados que tem a maior relação entre doutores e população e dentro do Conselho de Secretários de Ciência e Tecnologia, a Paraíba tem uma taxa de participação quase igual à de São Paulo (…) temos incentivado, na medida do possível, apoiando ações. Lançamos um edital recente de mais de R$ 30 milhões na área de pesquisa e de publicação que é coisa que praticamente não se faz, mas estamos apoiando publicações científicas que tenham vínculo com instituições oficiais de ensino e apoiando ações como o Centro de Inovação Tecnológica em Campina Grande”, lembrou.

Cortes nas Universidades e Institutos Federais

João relatou que em conversa com a reitora da Universidade Federal da Paraíba (UFPB) Margareth Diniz, e disse que vê com grande preocupação os cortes na Educação. Ele lembrou que os governadores tiveram oportunidade de estarem com o presidente da República e o Ministro Paulo Guedes onde entregaram uma carta tratando principalmente de dois itens: a retomada das obras para a geração de emprego e o débito antigo da União com os estados por meio do Fundef, além do término do Fundeb no próximo ano. “Se não acontecer a renovação vai ser o caos na educação básica”, disse.

O governador completou afirmando que não é possível fazer com que o Brasil cresça fazendo cortes na Educação. “Educação tem que ser tratada com seriedade e não pode se admitir um corte a ponto de comprometer o funcionamento da universidade. O Hospital Universitário já está sofrendo com cortes e daqui há vai parar a parte administrativa”, alertou.


Marília Domingues/ Fernando Braz

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